Quando chegamos ao final de mais um ano e procuramos nos concentrar no que já passou, o presente e o futuro que nos espera, renovamos mais uma vez nossas expectativas de realização de nossos sonhos.
Depois de
um ano de muito sofrimento e muitas decepções e poucas alegrias, em todas as
áreas, mas mais conscientes do que nunca, esperamos que em 2016 tudo seja
diferente. Diferente na sua essência.
De uma
maneira geral, sempre procuramos colocar as causas de nossas derrotas em outros
ou em circunstâncias consideradas inevitáveis da vida. Dificilmente temos a
humildade de enxergar nossos erros ou onde poderíamos ter agido de forma
diferente. Quem sabe se permitir reavaliar os critérios de ter escolhido nossos
amigos e as razões de não termos nos afastado daqueles que não mereciam a nossa
companhia.
Muitas
vezes valorizo a manutenção e renovação de nossos sonhos que nos faz acreditar nessa
energia que nos guia a aceitar o equilíbrio entre erros e acertos, de
realizações e fracassos, momentos de tristeza e de alegria e de dor e
sofrimento.
Mesmo com
a incerteza em relação ao futuro e nossas preocupações com as dificuldades de
um novo ano que chega, acreditamos que estamos carregados de mais experiência,
estamos mais conscientes de nossos valores, mais fortalecidos em nossas crenças
e ainda mais fortes.
O início
de um novo ano nos permite continuar espalhando o que temos de melhor em nossos
corações e em nossas mentes. O início de um ano novo nos permite deixar de falar
coisas bonitas, que os outros querem ouvir, mas sim viver o que acreditamos em
todos os momentos de nossas vidas. É importante que cada um verdadeiramente reconheça
sua contribuição decisiva para criar um mundo muito melhor, onde a convivência
pacífica, honesta e verdadeira, não seja considerada simplesmente um ato de
caridade, feito em alguns momentos, mas uma responsabilidade nata, diária e
obrigatória de cada um.
Para
encerrar, cabe a cada um de nós renovar nossas energias para agir, das mais
diversas formas, cada um na sua área de atuação, para eliminar todo o tipo de preconceito
ou de discriminação, seja social, cultural, política, econômica, racial, religiosa,
sexual ou etária. Que todos tenham um pequeno espaço de tempo para pensar sobre
o conteúdo do artigo 7, da Declaração Universal dos Direitos Humanos
de 1948, "todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer
distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra
qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer
incitamento a tal discriminação.".

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