Muita gente perde muito tempo olhando para trás,
para o passado e se esquece de procurar viver o presente da melhor maneira
possível. O passado não dá para mudar, mas o presente sim. No passado, vamos
encontrar erros, conscientes ou inconscientes e acertos. No presente, podemos
evitar os erros cometidos, não repeti-los, mas continuamos tendo a oportunidade
de poder errar e acertar novamente. Ninguém é perfeito nessa Terra.
O crescimento pessoal está em aproveitar as
experiências vividas e as lições aprendidas em cada momento. Não adianta perder
tempo com o que passou, mas sim valorizar o presente, onde novas oportunidades
e desafios precisam ser vividos intensamente e a experiência adquirida possa
ser aplicada. Novas lições, novo crescimento e assim, dia a dia, vamos nos
tornando mais úteis e lapidando nosso viver.
O que passou, passou e é bom que seja assim, pois é
impossível, nesse dinamismo do mundo, onde sempre aparecem mais e mais
novidades, mais e mais conhecimento, alguém simplesmente “fechar as portas”,
tentar ignorar a realidade e permanecer incólume ao crescimento natural.
A importância exagerado sobre o passado, torna as
pessoas museus vivos, de tristes ou belas recordações. Quando tornam vivas e
presentes as recordações triste, se transformam em pessoas amarguradas,
frustradas e se sentem condenadas pelo que já não pode ser mais corrigido,
perdendo a oportunidade de buscar outras realizações que lhes trarão a
felicidade que merecem.
Ninguém vivo morre no passado, só no presente ou no
futuro. Passado é simplesmente o passado, importante, mas passado. Cabe a cada
um aproveitar no presente às oportunidades que temos de praticar o nosso livre
arbítrio, sobre tudo que decidimos fazer, procurando sempre considerar a
responsabilidade que temos para somar para a construção de um mundo interior e
exterior melhor.
Olhando a balança de nossa existência, o importante
é verificar que nunca não haja equilíbrio de peso entre o prato onde estão as
coisas boas que fizemos e o prato onde estão as nossas fraquezas, o que
poderíamos ter feito melhor. O prato onde estão as coisas boas, o que fizemos
de bom, deve sempre ser mais pesado que o outro e, quanto maior a diferença
mais perto estaremos do que é esperado de cada um de nós.
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