sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

FANATISMO E INTOLERÂNCIA


 
Observando o que está acontecendo em várias áreas do Brasil percebemos posições com excessiva agressividade, beirando o ódio, com atitudes e posicionamentos carregados de radicalismo e intolerância a todos que não compartilhem com as mesmas ideias ou gostos.

O que vemos hoje são posicionamentos intransigentes que demonstram preconceitos de todas as espécies, justificativas subjetivas de valores e exagerado individualismo, onde só existe o bem, quando é aceito seu modo de pensar ou o mal, quando ele é contrariado. 

Por mais que se pretenda entender ou justificar o que está acontecendo, mesmos com todas as dificuldades atuais, as pessoas não podem se deixar levar a comportamentos irracionais e agressivos, incluindo a aceitação de extremos, como a violência para impor suas ideias, seja no campo político partidário, religioso ou esportivo.

Caso haja dúvidas sobre essa realidade, basta acompanhar o que é divulgado na mídia, para encontrarmos vários exemplos do que está acontecendo todos os dias, envolvendo países que exigem mudanças rápidas e profundas em outras sociedades, os comportamentos questionáveis na política, a intolerância com as diferentes crenças, a falta de respeito às individualidades e os conflitos violentos em competições esportivas, entre torcedores de vários clubes e esportes. Isso acontece não só no Brasil, mas no mundo todo.

O que podemos perceber hoje, não só em nosso País, mas em todo o mundo, é um número cada vez maior de pessoas que cometem atos insanos, desprezam e desrespeitam a todos e a tudo aquilo que representa algo diferente do que acreditam ou que venha a colidir com seus interesses.

O que não se pode esquecer é que todas as pessoas estão expostas e sujeitas a esse tipo de sentimento, pois o fanatismo, como se pode ver, não se restringe a um país, a uma classe social, raça ou crença. É importante que todas as pessoas se mantenham alertas e tenham consciência de que os sentimentos, por melhores que sejam, devem ser moderados, pois, comprovadamente tudo em excesso não faz bem.

Hoje, mesmo que expostos a comportamentos radicais aflorados das mais diversas maneiras, principalmente quem vive em sociedade, é muito importante não deixar de cultivar a igualdade de direitos e o respeito mútuo, procurando, sempre que possível, exercer a tolerância, aceitando, admitindo e respeitando, nos outros, suas livres escolhas, expressões e comportamentos diferentes, advindos da diversidade cultural e social.

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