Observando
o que está acontecendo em várias áreas do Brasil percebemos posições com
excessiva agressividade, beirando o ódio, com atitudes e posicionamentos
carregados de radicalismo e intolerância a todos que não compartilhem com as
mesmas ideias ou gostos.
O
que vemos hoje são posicionamentos intransigentes que demonstram preconceitos
de todas as espécies, justificativas subjetivas de valores e exagerado
individualismo, onde só existe o bem, quando é aceito seu modo de pensar ou o
mal, quando ele é contrariado.
Por
mais que se pretenda entender ou justificar o que está acontecendo, mesmos com
todas as dificuldades atuais, as pessoas não podem se deixar levar a
comportamentos irracionais e agressivos, incluindo a aceitação de extremos,
como a violência para impor suas ideias, seja no campo político partidário,
religioso ou esportivo.
Caso
haja dúvidas sobre essa realidade, basta acompanhar o que é divulgado na mídia,
para encontrarmos vários exemplos do que está acontecendo todos os dias,
envolvendo países que exigem mudanças rápidas e profundas em outras sociedades,
os comportamentos questionáveis na política, a intolerância com as diferentes
crenças, a falta de respeito às individualidades e os conflitos violentos em competições
esportivas, entre torcedores de vários clubes e esportes. Isso acontece não só
no Brasil, mas no mundo todo.
O
que podemos perceber hoje, não só em nosso País, mas em todo o mundo, é um
número cada vez maior de pessoas que cometem atos insanos, desprezam e
desrespeitam a todos e a tudo aquilo que representa algo diferente do que
acreditam ou que venha a colidir com seus interesses.
O
que não se pode esquecer é que todas as pessoas estão expostas e sujeitas a
esse tipo de sentimento, pois o fanatismo, como se pode ver, não se restringe a
um país, a uma classe social, raça ou crença. É importante que todas as pessoas
se mantenham alertas e tenham consciência de que os sentimentos, por melhores
que sejam, devem ser moderados, pois, comprovadamente tudo em excesso não faz
bem.
Hoje,
mesmo que expostos a comportamentos radicais aflorados das mais diversas
maneiras, principalmente quem vive em sociedade, é muito importante não deixar
de cultivar a igualdade de direitos e o respeito mútuo, procurando, sempre que
possível, exercer a tolerância, aceitando, admitindo e respeitando, nos outros,
suas livres escolhas, expressões e comportamentos diferentes, advindos da
diversidade cultural e social.
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