sábado, 8 de outubro de 2016

VALORES MORAIS, ÉTICA E ISENÇÃO


Nesses momentos de grandes dificuldades que estamos vivendo em nosso Brasil fica evidente que alguns não querem olhar o presente com responsabilidade e agem com falta de comprometimento com valores morais, de isenção e de ética em determinadas análises, conclusões, afirmações e atitudes. O oportunismo e a defesa de interesses outros tomam de assalto às possibilidades do surgimento de críticas construtivas que tenham como objetivo colaborar com aqueles que têm a responsabilidade de resguardar o bem estar da população brasileira e criar as mínimas condições necessárias para um futuro melhor e mais justo de nosso País.
 
Fica muito difícil entender isenção quando percebemos que determinadas pessoas não agem com isenção, com neutralidade, não sendo imparciais e fazendo prevalecer em suas opiniões às próprias conveniências ou para satisfazer terceiros. Em determinados momentos, certas posições beiram a insensatez e ao ridículo. Mais difícil ainda é entender como não percebem que quando agem ou emitem determinadas opiniões estão tornando fáceis as escolhas difíceis, desagradáveis e que implicam em comprometimentos de princípios morais.

Temos conhecimento  que as influências de comportamento começam a ser transmitidas nos primeiros anos de vida, através do convívio familiar e que, com o passar do tempo, cada um vai aperfeiçoando os seus valores, a partir de observações e experiências obtidas na vida social. O convívio social mostra que os valores morais são variáveis, ou seja, podem divergir entre sociedades ou grupos sociais diferentes.

A consciência de que o respeito ao próximo deve ser um imperativo no convívio social, pois pode ajudar a evitar uma das consequências mais desagradáveis e negativas que o conflito de diferentes valores morais pode provocar: a discriminação, o preconceito e a violência. O comportamento do cidadão sempre será um reflexo de como cada brasileiro entende e assimila as informações, interpretando-as conforme seu momento pessoal, suas limitações, suas convicções formadas a partir de bons ou maus exemplos e mais influenciadas nos momentos de paixões ou esperanças frustradas.

Pelas colocações feitas nesse texto, acredito que a preocupação com a prática de valores morais, do comportamento ético e isento, em todas as atividades do dia-a-dia, deveria ser a prioridade máxima de todos aqueles que fazem a gestão de um país, no Executivo, Legislativo e Judiciário ou almejam fazê-lo, assim como de todos os órgãos de comunicação e de cada brasileiro, na área pública, privada ou familiar, independente de suas escolhas pessoais. 

Sinceramente, acredito que nada consistente mudará em nosso País ou será duradouro, caso não haja uma conscientização da responsabilidade de cada um na sociedade e uma mobilização de todos, criando a sinergia necessária para a construção de um Brasil mais honesto, mais humano e mais justo.



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